segunda-feira, 16 de maio de 2011

Just Love



Eu vejo esses dois Seth e Summer e percebo que posso não estar tão enganada quando penso que o amor é tão gostoso que não precisa ser vivido de uma maneira convencional!
Tão gostoso brincar de guerra de almofadas, de apelidinhos bobinhos mas que sabemos a importância que causa em nosso ego e em todos os outros momentos, fazer cociguinhas e morrer de rir se admirando como a outra pessoa parece feliz!
O que realmente importa.. ser feliz ou estar feliz?
Não é fácil sermos completamente felizes são tantos os problemas diários.. problemas com o chefe, com a conta bancária, com um amigo... ou até mesmo com quem nos relacionamos..
Tenho por mim que o amor pode sim ser mais divertido e menos pesado, mais gostoso e menos cobrado, mais demonstrado e menos medroso.
Em um dia de chuva se deitar sobre o peito de quem se gosta, fazer aquele cafuné que nos leva até a fechar os olhos, deitar ao lado e simplesmente transmitir o que esta sentindo com o olhar.

Porque levar tudo isso de uma maneira tão complexa?
Permita-se ser feliz com pequenos atos, surpreenda alguém ao longo do dia com um bilhete ou ate mesmo uma mensagem de 2 linhas ou 3 palavras!


Eu me identifico com o Seth porque acho que ele é exatamente como eu, dá importância a coisas mais simples  de uma relação, afinal as melhores provas de amor são as mais simples.
Posso parecer sonhadora demais em comprara um personagem de uma ficção a minha vida real, mas dentre todas essas coisas que eu tanto acho... de uma tenho certeza.. de que o nosso amor é a gente quem inventa!
Sou fiel ao que sinto... amor é um dom de todos mas que poucos podem conhecer.
Sofrer, se iludir chorar faz parte do processo.. e ao longo das jornadas é preciso saber ouvir mais com o coração do que com os ouvidos...


Um comentário:

Bill disse...

Excelente Mary!
O amor é para sentir e não para entender,criticar,complexar ou até mesmo justificar...

Beijos!