quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Aonde está o chão?



No entanto, se existe alguma coisa que me motiva a sempre sair na rua e mandar esses sinais sem destinatário, é o fato de eu acreditar nas coincidências absurdas que se escondem por detrás de todas essas esquinas.
 De alguma forma, lá no fundo, eu sei que vou tropeçar em você, mais cedo ou mais tarde. Sei que não vai haver distração capaz de tirar o teu olhar do caminho do meu. Algo vai acontecer, e os nossos sinais vão se coincidir, vamos colidir de forma tão violenta que a nossa vibração vai ser uma só.
 Vamos ressonar, pra todo mundo ouvir e voltar a acreditar que as “melhores pessoas do mundo”, de fato, existem. Aí eu virei aqui pra contar que o destino realmente existe, e que muitas das nossas melhores histórias são escritas a quatro mãos, de olhos fechados, e sem revisão ortográfica. Quando eu digo que o futuro é agora, quero dizer que o final dessa história depende do começo, da primeira linha, da primeira palavra.... 



quarta-feira, 23 de novembro de 2011


Sabe como é? Quem garante que todos os nossos sorrisos são sempre sinceros {...}
 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Maria ... Maria ...



Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. 
Tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser... Um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista... É intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. 
Eu sou assim, tenho aquele gosto doce de menina romântica e um gosto ácido de mulher moderna.... 
Você sabe como é que faz pra consertar Maria? rs  (...)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011




Sempre fui firme quanto ao que falar ou fazer, meu comportamento sempre dependeu do meu humor, das minhas vontades, e por mais que nem todas as minhas escolhas tenham sido acertadas, isso justificava e me deixava livre de qualquer arrependimento. 
Entretanto, nesses últimos dias mal posso me reconhecer quando olho de relance no espelho. 
Existem coisas que eu tenho evitado encarar ...
Tanta coisa eu preciso dizer, tanta coisa quero fazer. Sentimentos suplicam para sair de dentro de mim, tudo que eu quero guardar e esquecer que algum dia eu já quis colocar pra fora...


Escrevo rascunhos todos os dias, rabiscos imaginários de cartas que nunca colocarei no papel e mensagens de celular que prefiro colocar na caixa de não enviadas a apertar o botãozinho verde que as encaminhariam ao seu destinatário.
Às vezes temos tanto a dizer, tanto a demonstrar, que nenhuma palavra parece ser mais eficaz do que o silêncio!
E outras tantas vezes enchemos os olhos de lágrimas que dizem mais do que páginas e mais páginas de textos... No final das contas é isso que tiramos como lição de todas e quaisquer situações que passamos, que vivemos...
Certo é viver um dia de cada vez.. Hoje é dia 03 de Novembro .. amanhã 04 ... Independente das muitas voltas que o mundo nos faz dar... o dia 04 será sempre o dia 04 ... A felicidade nunca mudará de nome... e você continuará a acordar e durmir comigo... mesmo que só em pensamento ...!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Entre cobertas, e Cobertores ...




Às vezes, o que eu quero mesmo é ficar aqui entre cobertas e cobertores, quieta, calada e pequena, bem dentro de alguém. 
Porque é no silêncio que eu sempre planto os meus maiores sonhos e colho as melhores respostas. Ainda acho que o silêncio de um abraço é a única coisa (mais séria do mundo) que fica quando o coração emudece e o sentir parece não caber mais tão bem dentro da gente.
É que tem dias que eu preciso eternizar alguma ternurinha nesse meu peito que mesmo cansado, ainda guarda essas delicadezas que vão amadurecendo o olhar, deixando ele mais fresco e possível. 

E já não me importa mais a tranquilidade da voz, do tempo. O que não passa, também transforma...
E aqui dentro a vida não se mede em relógios nem se resume em poucos quilômetros de riso.

Aqui e ali, a mesma rotina que endurece o dia, planta nos nossos pés pequenas chances de um novo recomeço... E eu ando, com um bem-querer manso bem amarrado nos  olhos, que é pra ele nunca mais perder esse jeito de ser feliz...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Assim ...





São tantas histórias que eu me perco em contá-las...
São alegrias e tristezas, ilusões e realidades, vontades e saudades, são tantas histórias em apenas uma vida, tantas vidas vividas em apenas uma história. Tantas vezes que chorei e que sorri, que me encontrei e me perdi, que cheguei e que parti, construí e destruí, afastei e uni, compreendi e confundi. São tantas vidas que trago em minha vida que não sei o quanto as vivi ou se as assisti. Histórias que fui de protagonista a coadjuvante, outras simplesmente insignificante, quantos corações acelerei, quantos outros eu parti, quantas lágrimas enxuguei, quantas outras fiz cair. Fui vivendo, aprendendo, descrevendo, reescrevendo e escrevendo tantas outras histórias, capítulos em tantas outras vidas que nem sei ao certo qual papel eu estrelei. Para alguns fui alegria, para outros nostalgia, de essencial a desgraça, de intensidade a saudade, inesquecível ao invisível, da amiga sincera a megera, de amor a dor, de tantos olhares e interpretações, de tantos momentos e emoções, outros tantos sorrisos e olhares, alguns sinceros, já outros cheios de energia negativa ( invejafalsidade ), nunca vou saber ao certo o público que atingi. E quem ainda há de me acompanhar, como se a vida fosse uma novela a passar, quantos ainda hão de comigo estrelar papeis os quais a fala eu não sei decorar, quantos ainda hão de simplesmente assistir a história de uma vida que não garante final feliz e desconhece o “para sempre”, não faz bem nem faz mal, incerta de moral. De imprevisto vou vivendo e escrevendo os capítulos que faltam completar...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Eu?


Eu escrevo, porque gosto, porque me faz bem escrever, para aliviar a alma porque encontro nas letras, conforto, afago. Escrevo, para ejetar, todo tipo de sentimento até os reprimidos.

Escrever é um ato de liberdade, de colocar pra fora tudo o que sufoca e deixa a boca amarga.  Porque dentro de mim, tem um mundo indagativo, um mundo curioso e fantasioso!
Porque sou sensível demais e as vezes, me pego até chorando sem razão.

Escrever pra mim é mergulhar dentro de um oceano límpido, se afogar e permanecer viva. É por muitas vezes dizer tudo aquilo que eu não consigo falar.
Escrevo, pra entender o que sinto, para costurar meus sentimentos e assim, assim remendá-los... Para não me sentir diferente! Confesso que sou, dramática, desligada, um pouco preguiçosa, meio impulsiva e tudo isso pra mim, é como uma terapia. Acredito que muitos, escrevem pelos mesmos motivos que eu. Às vezes, quero escrever tanta coisa, que me perco, entre as linhas, perco nos pensamentos.

Meu mundo é real, minhas fantasias também... Eu? Eu sou abstrata, um poço de sonhos. Daqueles bem fundos... (rs)

Meu travesseiro, já ficou pequeno demais pra mim. Sou um foco de luz, na imensidão.
Sou um pedaço de algodão, querendo ser doce, um filme em preto e branco e às vezes cinema mudo!
Sou viciada em vírgulas, quase nunca me ponho em pontos finais... Um exagero!!!

Sou eternamente apaixonada, pelo quê sei e até pelo quê não sei.

Sou a garota sentada embaixo da árvore, lendo um livro, uma mulher ambiciosa, querendo sucesso...  Uma moleca, correndo pelos cantos e fazendo traquinagens.

Sou aquela personagem de comédia Romântica: Atrapalhada, desengonçada, bonita, e às vezes sozinha. 
Ta aí sou quase uma, Bridget Jones ou não?!!


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

....



Madrugada fria. O sono teima em fugir de mim e os meus pensamentos me impedem de fechar os olhos por alguns momentos. Eu só queria desligá-los por um instante, se é que isso seja possível. Pensamentos não são incuráveis, pelo menos é o que eu espero. Fez tanto silêncio que me veio à mente os ecos das tuas palavras e cada vez que eu as ouço sinto como se fosse sempre a primeira vez. Eu teria te dito mais um monte de coisas se houvesse chance, mas sei que quando olha em meus olhos pode enxergar tudo o que sinto. Eu sempre confiei mais em meus olhos do que em minhas palavras. Eu fico aqui perdida neste emaranhado de idéias que você deixou. Se fosse só pra dizer verdades eu poderia ter dito o quanto eu odeio a forma como você me conhece tão profundamente algumas vezes e que eu não poderia dar um passo sequer sem que você soubesse disto. Mas a verdade é que pessoas que se vão nunca voltam iguais. Eu nunca disse que seria fácil, mas eu estaria lá quando você precisasse e entraria no teu pensamento pra nunca mais sair, se você permitisse. Corações sempre guardam grandes histórias, mas não precisam ser histórias tristes, afinal....